quinta-feira, 19 de julho de 2012
Que graça teria a vida se não tivesse um fim, ou ao menos uma perspectiva de fim? Penso o mesmo sobre os livros.. A cada vez que leio um epílogo me pego em profunda tristeza. Por saber que tudo acaba, sejam as palavras sábias de algum escritor renomado, ou as aventuras de uma ficção de amor.. Epílogos são como as despedidas, que nos fazem chorar o aeroporto, na estação de trem ou de ônibus, ao sentirmos que uma parte de nós vai embora, seja provisória ou definitivamente. Já os prólogos são diferentes.. Quem não espera um início belo pra uma vida? Ou um novo começo para algo que não ia bem? Prólogos são como nascimentos, novo emprego, nova viagem, novas aventuras! O prólogo tem tudo pra ser a parte mais feliz do livro da vida de alguém. E mesmo assim, eu prefiro os epílogos, aqueles que deixam com um ar-de-quero-mais, aqueles marcantes, quando a gente tem as emoções mais fortes, quando descobre se vai ser um felizes-para-sempre, ou um trágico fim, daquele que ninguém esperava.. Gosto de epílogos porque eles dão abertura pra vários outros prólogos, e assim o ciclo nunca acaba!
De uma apaixonada por livros
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